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Cinematologia

Repositorium de todos os filmes que vi

Cinematologia

2011-Horrible Bosses by Seth Gordon

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Sinopse:

Nick Hendricks (Jason Bateman), Dale Arbus (Charlie Day) e Kurt Buckman (Jason Sudeikis) são três amigos a viver um dos mais angustiantes momentos das suas vidas: abominam os seus chefes e cada dia de trabalho é uma provação que lhes causa constantes ataques de pânico. Dave Harken (Kevin Spacey), chefe de Nick, é um homem ganancioso e sem escrúpulos que se diverte a rebaixar os seus subordinados. A Dra. Julia Harris (Jennifer Aniston), por seu turno, é a chefe de Dale que, apesar de extraordinariamente atraente, é uma ninfomaníaca chantagista que usa de todas as formas de assédio para conseguir ir para a cama com o seu assistente. Por último, Bobby (Colin Farrell), o novo chefe de Kurt, é um viciado em cocaína e prostitutas que está decidido a mudar todas as regras da empresa em seu benefício imediato, dispensando os seus trabalhadores pelas razões mais irrisórias. Numa noite de copos e desabafos, os três chegam a uma tremenda conclusão: as suas existências seriam quase perfeitas se algum "acidente fatal" acontecesse aos seus chefes. Repentinamente, um pensamento inconsequente toma outros contornos quando conhecem Dean "Motherfucker" Jones (Jamie Foxx), um ex-presidiário que se auto- intitula "consultor de homicídios" e que se dispõe a "ceder" os seus enormes conhecimentos na área, em troca de uma "pequena" gratificação...

cinecartaz.publico.pt

 

Crítica:

Dizia o Senhor Ernst Lubitsch, um dos inventores da comédia cinematográfica, que o problema da comédia estava na sua propensão para "atraír os medíocres". Se tinha razões para o dizer nos anos 30, que diria ele agora, quando em cada esquina há um "engraçado".

Há "gags" dignos da "Academia de Polícia" (que ao pé disto parece uma coisa duma dignidade solene), humor de graçolas e apartes ("revisteiro", sem ofensa para a revista), e nenhum, mas rigorosamente nenhum, sentido de construção de alguma coisa, narrativa ou outra: são só "momentos", desconexos e descontínuos, prontos a servir com a mesma graça (ou falta dela) no YouTube.

Luís Miguel Oliveira-www.publico.pt

 

Cinemantário: Quem tem acompanhado as minhas desventuras profissionais, perceberá o porquê desta necessidade premente de ver este filme. A não ver, por favor.