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Cinematologia

Repositorium de todos os filmes que vi

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2007-Pirates of Caribbean: at the World's End by Gore Verbinski

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Ciclo de Cinema|Óscares 2008

Nominee Best Visual Effects\ Best Makeup 

 

Sinopse

Depois de "A Maldição do Pérola Negra" e de "O Cofre do Homem Morto", reencontramos Will Turner, Elizabeth Swann e o capitão Barbossa unidos na batalha para salvarem o extraordinário e excêntrico Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) da armadilha de Davy Jones, enquanto este e o seu navio assombrado espalham a destruição pelos oceanos. A sua aventura leva-os até Singapura, onde terão de enfrentar o pirata chinês Sao Feng. A caminhos dos confins do mundo, cada um terá de escolher o seu destino numa batalha final titânica.

cinecartaz.publico.pt 

 

Crítica:

Certos filmes foram feitos para serem únicos, objectos de admiração incontornável pela sua capacidade de arrastar legiões de admiradores pela sua genialidade e grandiosidade e no entanto perdurando como obras únicas e omnipresentes às quais se soube habilmente estabelecer limites comerciais, preservando-se a sua integridade e genuinidade. Outros são claramente apostas de marketing, cuja máquina é feita a pensar no lucro, no franchise e no merchandise. Filmes que nos mostram o outro lado do cinema. O lado do negócio, do sucesso fácil e da exploração de esquemas adaptados à realidade actual e ao seu público.
Gore Verbinski pode bem ter criado um dos maiores blockbusters de que há memória, no entanto, inicialmente pensar-se-ia pouco provável o sucesso que esta saga iria ter. Quando o primeiro filme estreou poucos adivinhariam que se transformasse em trilogia e que se tornasse num dos filmes mais rentáveis da história do cinema. Com uma sequela apostada em explorar ao máximo todas as suas vertentes dramáticas e cómicas, e inserindo uma credível obscuridade, a fasquia tornou-se ainda mais elevada, garantindo desde logo o sucesso do terceiro filme por via de uma considerável expectativa.
Resultado à vista: lamenta-se o facto deste ser de longe o pior filme da série. Com um argumento que desfaz a genialidade conseguida no segundo episódio e diálogos que mais parecem monólogos cujo propósito visa preparar em duas horas de filme os últimos quarenta minutos, nos quais tudo o que é verdadeiramente interessante é mostrado.

Paulo Figueiredo-cinema.ptgate.pt

 

Cinemantário: Quando as sequelas arrasam com o primeiro filme.